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Filemom: Ter uma fé que seja motivo de conversa

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"Sempre dou graças a meu Deus, lembrando-me de você nas minhas orações, porque ouço falar da sua fé no Senhor Jesus e do seu amor por todos os santos."
(Filemom 1.4‭-‬5)

Vivemos um tempo onde a espiritualização é bastante cultivada: as pessoas dizem crer em algo, têm os seus misticismos, mas isso não provoca uma mudança em suas condutas e relações.

A fé em Jesus Cristo tem essa característica que a diferencia de todas as outras: aquele que crê verdadeiramente no Filho de Deus começa uma jornada de transformação em seu caráter que durará por toda a vida e essa mudança será testemunhada por todos que acompanharem as ações desse cristão.

A carta a Filemom nos revela a história de um homem cuja fé virou motivo de conversa. E, diferentemente do que acontece hoje, onde muitos que se dizem cristãos são razão para escândalo e descrédito dos descrentes, esse homem chamado Filemom tinha uma fé que era motivo de glorificação a Deus.

O que havia na vida de Filemom que o fazia dar tão bom testemunho de sua fé em Cristo?

Em primeiro lugar, partimos do fundamento: era uma fé solidificada em Cristo Jesus, pois só a partir da ação produzida pelo Espírito Santo é possível nascer de novo e ser transformado em nova criatura. 
É o que a Bíblia diz em 2 Coríntios 5.17:

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo."

Essa transformação gerada pela fé em Cristo faz com que o nosso coração e mentalidade sejam renovadas, à semelhança dEle. Nesse processo, desenvolvemos amor por Deus e pelo próximo em nossos corações.

E como esse amor se demonstra? Não é meramente um sentimento ou uma afeição, nem é "seletivo", indo ao encontro apenas daqueles que também nos amam. Mas, é um amor que torna-se visível através de ações: doar de si mesmo e do que tem aos outros, sem esperar nada em troca, revela o amor que há em nossa vida e diz tudo sobre a nossa filiação.

Jesus diz isso: "Amem, porém os seus inimigos. Façam-lhes o bem e emprestem a eles, sem esperar receber nada de volta. Então, a recompensa que terão será grande e vocês serão filhos do Altíssimo, porque Ele é bondoso para com os ingratos e maus" (Lucas 6.35).

Um amor que transborda em atitudes certamente resultará em ação de graças a Deus, como Paulo diz que fazia sempre que se lembrava da fé e do amor de Filemom.

Mais do que isso, alguém que vive esse amor e dá testemunho dessa fé reanimará o coração das pessoas que o cercam! Paulo diz que era alegrado e consolado por ver a firme disposição de Filemom em viver conforme os princípios de Cristo.

"Seu amor me tem dado grande alegria e consolação, porque você, irmão, tem reanimado o coração dos santos." (Filemom 1.7)

Que nesse tempo tão propício, Deus nos permita ser como Filemom: dar bom testemunho da fé em Jesus e revelar o amor Dele através das nossas vidas, sendo instrumento para glorificar ao Pai e animar todas as pessoas à nossa volta.

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O que tenho feito com as orientações que Deus me dá?

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Lucas 5 - 6

Em vários contextos desses capítulos, o mesmo cenário se repete: 1) pessoas estavam na presença do Cristo e 2) recebem dEle orientação sobre o que fazer.

Seja Pedro, Tiago e João que cedem o barco para que Jesus o use para pregar e depois são orientados a ir mais fundo e lançar novamente as redes (Lucas 5.3-4); seja Levi e a ordem que Jesus dá a ele: "siga-me" (Lucas 5.27) ou até mesmo o homem com a mão ressequida a quem o Senhor chama para o centro das atenções, pedindo que estenda a mão (Lucas 6.8-10).

Parece que Jesus sempre tem uma orientação para aqueles que estão em Sua presença. E todos que O ouvem e O obedecem, são visitados pelo Seu poder e vivenciam algum tipo de transformação:

Pedro, Tiago e João participam de uma pesca maravilhosa (Lucas 5.6); Levi teve a sua vida transformada para sempre (Lucas 5.28); o homem da mão ressequida precisou de outro adjetivo para ser reconhecido a partir daquele encontro, pois foi milagrosamente curado (Lucas 6.10).

Isso resulta em três reflexões que devemos fazer:

  1. Tenho estado na presença de Jesus? Estar com Cristo não é necessariamente ir a um lugar físico, uma igreja, um templo, mas é encontrar tempo para conversar em oração e ser esquadrinhado pela palavra de Deus. Pode acontecer no quarto, no ônibus, em uma caminhada e até mesmo na igreja. Mas esse partilhar da vida com Cristo não pode deixar de acontecer.

  2. Qual é a direção de Deus para a minha vida? Todos que colocam-se na presença do Senhor, recebem direção e orientações sobre como agir nas mais diversas situações da vida. Estar na presença de Jesus resulta em comunhão que não nos deixa perdidos em nossas incoerências. O Senhor endireita o nosso caminho e nos dá propósitos, através da Sua Palavra.

  3. O que tenho feito com as orientações que Deus me dá? Muitas pessoas têm vida de comunhão com Cristo, ouvem a Sua voz, mas não obedecem à Sua orientação. Não basta a sensibilidade para ouvir, precisamos da humildade para obedecer, mesmo que seja difícil para o nosso eu orgulhoso e teimoso. A virtude da obediência é o grande diferencial daquele que verdadeiramente serve a Deus.

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Desobediência a Deus: Jogue para fora do barco!

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A história de Jonas é muito conhecida, tanto por seu caráter milagroso como pelo paralelismo com as nossas vidas: assim como o profeta, teimamos em fugir da vontade de Deus e O questionamos descaradamente.

Vamos navegar juntos por este livro para entender verdades eternas que se aplicam às nossas vidas?

#1 - A sua desobediência traz consequências a todos que estão no barco!

"E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença. Porém, Jonas se levantou para fugir da presença do Senhor para Társis. E descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do Senhor. Mas o Senhor mandou ao mar um grande vento, e fez-se no mar uma forte tempestade, e o navio estava a ponto de quebrar-se." (Jonas 1.1-4)

Quando Jonas desobedece à ordem de Deus e toma um barco para Társis ao invés de pregar em Nínive, inicia-se um conjunto de eventos que traz consequências a pessoas que não estavam envolvidas diretamente com esta má decisão: os marinheiros trabalharam mais, perderam bens materiais e passaram por grande terror, por conta da desobediência de Jonas.

A desobediência à Deus afeta muito além da esfera individual, pessoas ao seu redor serão afetadas pelas consequências das atitudes que você toma.

Você não é uma ilha! Portanto, não há como acreditar que suas más decisões apenas afetarão a você mesmo. Pessoas que te amam e até mesmo terceiros que estão ao seu redor podem sofrer efeitos colaterais dos seus maus comportamentos.
 
#2 - Não se iluda nem tente esconder: a desobediência será revelada!

"Então temeram os marinheiros, e clamavam cada um ao seu deus, e lançaram ao mar as cargas, que estavam no navio, para o aliviarem do seu peso; Jonas, porém, desceu ao porão do navio, e, tendo-se deitado, dormia um profundo sono. E o mestre do navio chegou- se a ele, e disse-lhe: Que tens, dorminhoco? Levanta-te, clama ao teu Deus; talvez assim ele se lembre de nós para que não pereçamos. E diziam cada um ao seu companheiro: Vinde, e lancemos sortes, para que saibamos por que causa nos sobreveio este mal. E lançaram sortes, e a sorte caiu sobre Jonas. Então lhe disseram: Declara-nos tu agora, por causa de quem nos sobreveio este mal. Que ocupação é a tua? Donde vens? Qual é a tua terra? E de que povo és tu? E ele lhes disse: Eu sou hebreu, e temo ao Senhor, o Deus do céu, que fez o mar e a terra seca. Então estes homens se encheram de grande temor, e disseram-lhe: Por que fizeste tu isto? Pois sabiam os homens que fugia da presença do Senhor, porque ele lho tinha declarado." (Jonas 1.5-10)

Após entrar no barco, Jonas desceu ao porão do navio e dormiu um sono pesado. Enquanto as consequências de seus atos complicavam a viagem, Jonas estava descansando. Mas essa situação não permanece assim para sempre: não há como ficar alheio a uma tempestade! E é bom deixar claro que esconder-se no porão não resolve o problema!

Jonas foi acordado no porão e avisado da destruição que vinha sobre o barco.
Mesmo assim, resistiu em confessar sua desobediência: isso só aconteceu quando os marinheiros jogaram sortes, que indicavam o profeta como motivador daquele cenário de destruição.

Mesmo que você consiga ser mais falso e convincente que Jonas ao esconder suas desobediências, lembre-se do que Jesus disse: "Pois não existe nada escondido que não venha a ser revelado, ou oculto que não venha a ser conhecido" (Lucas 12.2)

A demora em confessar o problema só atrasa a solução!
Através do Espírito Santo, Deus quer gerar arrependimento e a confissão de pecados, para que  estabeleça-se o perdão e o processo de restauração seja iniciado.

#3 - Há possibilidade de conserto: jogue para fora do barco a desobediência.

"E disseram-lhe: Que te faremos nós, para que o mar se nos acalme? Porque o mar ia se tornando cada vez mais tempestuoso. E ele lhes disse: Levantai-me, e lançai-me ao mar, e o mar se vos aquietará; porque eu sei que por minha causa vos sobreveio esta grande tempestade."
(Jonas 1.11-12)

Quando Jonas reconhece a sua desobediência, ele ordena aos marinheiros que o joguem para fora do barco e afirma que em seguida, a tempestade cessaria.

Jonas é um símbolo do comportamento rebelde e desobediente a Deus.
Jogá-lo para fora do barco não tem a ver com expulsar da comunidade determinada pessoa que errou, mas sim uma rendição e alinhamento súbito de rota, que naquelas condições, só poderia ocorrer daquela maneira.

Jogá-lo para fora do barco era restaurar a relação de obediência entre Jonas e o Senhor e realinhá-lo ao caminho dos propósitos de Deus.

Qual é a situação que precisa ser jogada para fora do barco da sua vida e das suas relações?
Qual é a área que precisa passar por uma rendição e alinhamento súbito de rota com os padrões de Deus?

Jogue para fora do barco tudo aquilo que não tem ligação com os propósitos de Deus para você! Neste lugar de rendição, clame a Deus! Ele te fortalecerá com o Seu Espírito para conduzir os seus passos pelo caminho que O agrada!

Essa é a hora de voltar-se aos caminhos de Cristo! Não perca essa oportunidade! Saiba mais aqui,

Como fazemos nossas orações?

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"Clamo a ti, Senhor; vem depressa! Escuta a minha voz quando clamo a ti.
Coloca, Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta de meus lábios. Não permitas que o meu coração se volte para o mal, nem que eu me envolva em práticas perversas com os malfeitores. Que eu nunca participe dos seus banquetes!
Fira-me o justo com amor leal e me repreenda, mas não perfume a minha cabeça o óleo do ímpio, pois a minha oração é contra as práticas dos malfeitores.
Quando eles caírem nas mãos da Rocha, o juiz deles, ouvirão as minhas palavras com apreço.
Mas os meus olhos estão fixos em ti, ó Soberano Senhor; em ti me refugio; não me entregues à morte.
Guarda-me das armadilhas que prepararam contra mim, das ciladas dos que praticam o mal."
(Salmo 141.1, 4-6, 8-9)

O salmo 141 traz uma oração sincera e profunda, um clamor a Deus do fundo do coração do salmista por mudança de atitude, santidade, justiça e proteção.

Ler esse salmo é uma oportunidade para refletir sobre a maneira como fazemos nossas preces:

* Quanto tenho orado pela transformação das minhas ações, pela mudança do meu caráter?

* A minha oração reconhece a maldade que há em mim e a necessidade de ser fortalecido pelo Senhor?

* Tenho reconhecido o Senhor como um oleiro ou quero apenas que Ele seja um despenseiro ou até pior, um mordomo?

* Minhas orações são como a do publicano, reconhecem a minha falta, a minha fraqueza, a minha inadequação ou são mais parecidas com a do fariseu, cheias de auto-congratulação? (vide Lucas 18.10-13)

* Oro por salvação, libertação, para que Deus me considere como um canal para os Seus planos ou apenas intercedo para que Ele compre a ideia dos meus projetos?

* Oro porque amo a Sua companhia ou porque é um ato protocolar, mais uma daquelas atitudes esvaziadas de sentido que faço todos os dias?

Que Deus nos dê uma mente capaz de entender como devemos orar e a sensibilidade para ser guiados pelo Espírito em cada petição.

Fuja da Cobiça!

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A luxúria é uma nomenclatura associada aos pecados associados ao apego aos prazeres do corpo, sexualidade extrema e sensualidade.

Dentro dessa espécie de classificação, podem ser enquadrados diversos pecados que são nominados na Bíblia como incesto, sodomia e outras imoralidades sexuais (como pedofilia, zoofilia e outros...).

Às vezes, ao mencionar deste modo, parece que este tipo de pecado está muito longe de nós! No entanto, a sensualidade, a cobiça, a pornografia e o espírito hedonista, que busca o prazer em primeiro lugar, são práticas que estão também associadas à luxúria.

Os pecados ligados à luxúria distorcem o prazer sexual, o tirando da zona de proteção do casamento e da relação entre um marido e esposa, e abrindo precedentes para a objetificação do outro, da busca da satisfação sexual apenas para si mesmo, para saciar os seus desejos e necessidades biológicas.

Por isso, temos de vigiar, pois essa realidade está muito próxima de nós!

O apóstolo João nos alerta que esse é o espírito deste mundo, mas que aqueles que fazem a vontade de Deus permanecem para sempre:

"Pois tudo o que há no mundo — a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens — não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." (1 João 2.16-17)

Como devemos agir?

* Fuja das tentações! 

"Fujam da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo." (I Coríntios 6.18)

Às vezes, a melhor estratégia de guerra que podemos ter não é ir para o combate, mas sim fugir dele! Dada a natureza deste tipo de pecado e o fato dele atingir fortemente o nosso corpo, que é o templo do Espírito de Deus, somos aconselhados pelo apóstolo Paulo a fugir das situações que nos colocam frente a estas tentações!

* Desvie os seus olhos do mal! 

Davi diz "Não porei coisa injusta diante dos meus olhos" (Salmo 101.3)

O que tem sido colocado diante de você? Você tem permitido que coisas desagradáveis a Deus entrem em sua mente através dos seus olhos? Pornografia e malícia tem alimentado seu coração?

Não se engane! Jesus disse em Lucas 11.34: "A candeia do corpo é o olho. Sendo pois o teu olho simples, também todo o teu corpo será luminoso; mas, se for mau,  também o teu corpo será tenebroso".

Guarde seus olhos daquilo que desagrada a Deus e os coloque nEle, nas coisas que O agradam!

* Incline o seu coração para as coisas do Espírito! 

"Quem vive segundo a carne tem a mente voltada para o que a carne deseja; mas quem, de acordo com o Espírito, tem a mente voltada para o que o Espírito deseja." (Romanos 8.5)

Precisamos nos voltar às coisas do Espírito! No Senhor, colheremos vida e paz, viveremos como quem está morto para os desejos do mundo e vivificados para andar conforme a vontade do Pai.

Não permita que a luxúria tenha espaço na sua vida. O mundo e sua cobiça passará! Fuja da cobiça e ande conforme a vontade de Deus, pois aquele que anda assim permanece para sempre!

Um Desafio à Generosidade!

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Um dos grandes desafios que a Palavra nos impõe é um chamado à generosidade.

Não é fácil ser generoso, especialmente quando encaramos essa característica com a face do nosso velho homem.
Este comportamento é impossível de existir sem a direção e a orientação sensível do Espírito Santo!

Vamos refletir sobre o que a Palavra traz a respeito de generosidade, para aprendermos sobre a maneira como o Senhor quer que nos comportemos frente a esse desafio!

Só podemos dar daquilo que temos recebido!

"Atire o seu pão sobre as águas, e depois de muitos dias você tornará a encontrá-lo.
Reparta o que você tem com sete, até mesmo com oito, pois você não sabe que desgraça poderá cair sobre a terra." (Eclesiastes 11.1-2)

"Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia." (Mateus 6.11)

Acima de tudo, a generosidade precisa partir de um contexto de humildade. Por isso é importante lembrar: nunca seremos geradores de nada, só podemos compartilhar algo que recebemos!

Se temos pão para atirar na água, isso é consequência do fato de recebermos pão do Senhor para suprir as nossas necessidades.

A generosidade segundo Deus só nasce a partir de corações que já entendem ter sido abençoados!

Esse entendimento é importante, pois Deus não quer nos incentivar a uma generosidade motivada por barganha; devemos ser generosos, porque isso é parte da nossa identidade! É o que Ele nos criou para ser!

O apóstolo Paulo diz o seguinte em Efésios 2.10: "Pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras as quais de antemão, Deus preparou para que fizéssemos"

Quando Deus nos desafia a ser generosos, Ele já tem dado tudo o que precisamos para agir desse modo, pois este é o propósito dEle para as nossas vidas!

Temos dado somente o que nos sobra ou temos sido sacrificiais no nosso ato de generosidade?

A nossa velha natureza é preocupada com a própria necessidade antes de tudo e em garantir o que é preciso para suprir as suas necessidades futuras e se possível, dos filhos, netos, bisnetos...

Depois que temos o essencial, partimos para toda ordem de supérfluos possíveis, a fim de gastar todo tempo, força e recursos que estão disponíveis em nosso próprio benefício.

Mas a generosidade decide abrir mão sacrificialmente de uma porção daquilo que é seu "MELHOR" para abençoar outras vidas que estão ao seu redor.

O dicionário deixa claro que generosidade é "característica da pessoa generosa, de quem se sacrifica em benefício de outra pessoa: comportamento que expressa bondade. Liberalidade."

Quando agimos assim. cumprimos o conselho de Paulo e nos assemelhamos à atitude de Jesus, que diz na Sua Palavra em Filipenses 2.5-8:

"Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus, que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!"

Quais são as nossas "duas moedas"?

"Jesus olhou e viu os ricos colocando suas contribuições nas caixas de ofertas.
Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre.
E disse: "Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou mais do que todos os outros.
Todos esses deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver".(Lucas 21.1-4)

Não podemos pensar que generosidade se manifesta apenas através de dinheiro. Generosidade deve ser exibida em nossas vidas com tudo aquilo que temos!

Devemos estar especialmente atentos ao nosso coração para compreender quais são as "duas moedas" em nossa vida, no atual momento.

Como a passagem mostra, existiam pessoas que contribuíam com grandes somas de dinheiro, mas isso não tocou o coração de Jesus, pois eles faziam isso daquilo que sobrava. Não era algo sacrificial.

Talvez, aos olhos de Cristo, seria mais oportuno se aqueles homens conseguissem dispor de 1 hora do seu tempo para servir alguém, pois este tempo poderia ser algo mais precioso do que sacar a carteira e fazer uma doação de alto valor.

Por isso, precisamos analisar a nossa vida e discernir: quais são as minhas duas moedas hoje?

Às vezes, fazer uma doação financeira com altas cifras seja pouco significativo, mas separar um tempo da agenda ou dedicar um pouco de energia para servir alguém será mais generoso aos olhos do Senhor, pois generosidade segundo Deus é algo sacrificial.

Há uma única declaração de Jesus que consta unicamente fora dos Evangelhos. Ela surge mencionada por Paulo em Atos 20.35:

"Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber".

Que Ele mesmo nos conduza a seguir o Seu exemplo e vivermos uma vida de generosidade nesta terra, sinalizando o Seu Reino e a Sua entrega por amor a nós!

Sobre a Repreensão Cristã

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"Se for alguém da comunidade que pecar sem intenção, fazendo o que é proibido em qualquer dos mandamentos do Senhor seu Deus, será culpado.
Quando o conscientizarem do seu pecado, trará como oferta pelo pecado que cometeu uma cabra sem defeito." (Levítico 4.27-28)

O livro de Levítico esclarece princípios importantes a respeito de pecado e perdão.

No capítulo 4, o autor deixa claro que mesmo quando o pecador não sabe ou não percebe o seu pecado perante Deus, ele é culpado dele.
No entanto, somente quando esse erro é trazido à consciência, é possível realizar o sacrifício e receber o perdão.

Hoje, vivemos em uma realidade onde Jesus, o Filho de Deus, se fez sacrifício por nós e pagou o preço de todos os nossos pecados, tanto os que já aconteceram como os que virão a acontecer.
Ele é o sacrifício perfeito que cumpre todos os requisitos estabelecidos na lei e extingue a necessidade de oferecer animais para receber perdão.

Porém, o perdão é consequência de arrependimento. E este só é possível quando há a consciência do erro!

Quando nos falta essa compreensão, não teremos condição de clamar ao Senhor por perdão e poder
para avançar em santificação.
É verdade que contamos com o firme auxilio do Espírito, para compreender o que desagrada a Deus e corrigir os caminhos.

Mas Jesus nos aconselhou uma outra ferramenta, que tem sido desprezada constantemente por parte da igreja, que é a repreensão cristã.
Vejamos o que Jesus disse a respeito:

"Tomem cuidado. "Se o seu irmão pecar, repreenda-o e, se ele se arrepender, perdoe-lhe."
(Lucas 17.3)

"Se o seu irmão pecar contra você, vá e, a sós com ele, mostre-lhe o erro. Se ele o ouvir, você ganhou seu irmão. Mas se ele não o ouvir, leve consigo mais um ou dois outros, de modo que ‘qualquer acusação seja confirmada pelo depoimento de duas ou três testemunhas’.
Se ele se recusar a ouvi-los, conte à igreja; e se ele se recusar a ouvir também a igreja, trate-o como pagão ou publicano." (Mateus 18.15-17)

Não podemos ignorar a oportunidade de ser instrumentos nas mãos de Deus para promover restauração na vida dos nossos irmãos!

Precisamos nos encher de amor, humildade, mas também firmeza para indicar aos nossos próximos os propósitos e caminhos de Cristo para as suas vidas.

Não seremos nós os padrões de santidade que eles devem seguir. Mas devemos ser setas que apontam o padrão que Cristo estabelece!

Recuar diante dessa tarefa não é o comportamento que Cristo espera!
Quando nos eximimos dessa responsabilidade,  não cumprimos parte importante do processo de edificação que o Senhor nos propõe na vida dos irmãos.

Como Noiva do Senhor, devemos nos preparar para estar sem mácula ou ruga para encontrarmos o Noivo.
Que o Senhor nos use para edificar uns aos outros, a fim de O agradarmos mais a cada dia!

Pregação - Princípios sobre Generosidade

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Pregação realizada em 03/12/2016, no TEENSIBP, o ministério de adolescentes da Igreja Bíblica da Paz.

"Atire o seu pão sobre as águas, e depois de muitos dias você tornará a encontrá-lo.
Reparta o que você tem com sete, até mesmo com oito, pois você não sabe que desgraça poderá cair sobre a terra." (Eclesiastes 11.1-2)

"Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia." (Mateus 6.11)

"Pois somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras as quais de antemão, Deus preparou para que fizéssemos"  (Efésios 2.10)

"Jesus olhou e viu os ricos colocando suas contribuições nas caixas de ofertas.Viu também uma viúva pobre colocar duas pequeninas moedas de cobre. E disse: "Afirmo-lhes que esta viúva pobre colocou mais do que todos os outros.Todos esses deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver". " (Lucas 21.1-4)

"Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus,que, embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se; mas esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo, tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até à morte, e morte de cruz!" (Filipenses 2.5-8)

"...Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber". (Atos 20.35)

Tenham Cuidado!

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"Tenham cuidado, para que os seus corações não fiquem carregados de libertinagem, bebedeira e ansiedades da vida, e aquele dia venha sobre vocês inesperadamente." (Lucas 21.34)

Jesus lança esse alerta após predizer os sinais da sua volta.
Apesar disso, esse texto parece ter sido escrito cuidadosamente para pessoas como nós, nos dias atuais.

O nosso coração tem andado sobrecarregado. De tal forma que a volta de Cristo é uma esperança sobre a qual cada vez menos falamos.

Aqueles que creem em Cristo sabem que essa esperança é tempo de alegria para os que o consideram Salvador e Senhor, mas tempo de juízo para os que não andam em Seus caminhos.
E sabemos bem que andar nos caminhos de Jesus é mais do que frequentar a igreja em um final de semana; é uma decisão de submissão, de obediência a Deus e consequente renúncia às próprias vontades.

Como vivemos tempos de muita religiosidade e pouca santidade, tempos onde a 'bebedeira' e a 'libertinagem' correm soltas, inclusive no meio daqueles que deveriam estar se submetendo ao Espírito Santo, a pregação da esperança de Sua volta é cada vez mais relegada ao esquecimento.

Isso acontece para que a 'sensível' consciência das pessoas não seja ferida nem se sinta inadequada, com uma mensagem de real conversão.

Como a volta de Cristo é secundária e santidade não é um tema que chama muito a atenção das massas, passamos a transformar a fé cristã em uma resposta às ansiedades da vida.

E ela realmente é isso! Em Jesus, aprendemos o contentamento, aprendemos sobre os perigos da riqueza e do apego aos bens materiais, aprendemos sobre a soberania de Deus, que tem todos os nossos cabelos devidamente contados. O verdadeiro Evangelho é um extintor para as ansiedades da vida!

Mas, por vezes, utilizamos erradamente o Evangelho como um combustível para estas ansiedades, alimentando-as com palavras fora de contexto, querendo forçar Deus a se comprometer com coisas que Ele não disse nem prometeu.

Vivemos tempos de muita barganha e pouco relacionamento com Deus; tempos onde implicitamente oramos: "Venha o MEU Reino, seja feita a MINHA vontade". E diante da possibilidade de obter a nossa própria glória, os nossos olhos ficam fixos em cada aspecto deste lugar, perdendo de vista a esperança da volta gloriosa do Senhor, ou então torcendo para que ela leve mais um tempinho, afinal, nosso projeto de realização plena está prestes a se realizar!

Miseráveis somos nós! Tenhamos cuidado! Porque Ele virá inesperadamente, especialmente para aqueles que não atentam à Sua vinda!

Que o nosso clamor seja Maranata, ora vem Senhor Jesus (Apocalipse 22.20) e que os nossos esforços sejam a fim de "apressar" a Sua volta!

Lembre-se das Palavras do Senhor!

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Quando enfrentamos alguma tribulação, temos muita facilidade para esquecer o que Deus nos fala e promete. Diante das adversidades que surgem à frente, a razão toma o lugar da fé e as promessas de Deus parecem perder sentido.

Os discípulos de Cristo passaram por uma situação assim!

Havia ocorrido a crucificação de Jesus. Após a sua morte, Ele havia sido sepultado rapidamente, para não afetar os compromissos religiosos dos envolvidos, pois o dia seguinte era sábado.

Porém, logo após o sábado terminar, as mulheres foram ao túmulo de Jesus para passar algumas especiarias em seu corpo.

O cenário desta caminhada até o sepulcro era de morte, tristeza e desesperança.

No entanto, ao chegarem no túmulo, se depararam com uma situação incrível:

"Encontraram removida a pedra do sepulcro, mas, quando entraram, não encontraram o corpo do Senhor Jesus. Ficaram perplexas, sem saber o que fazer. De repente dois homens com roupas que brilhavam como a luz do sol colocaram-se ao lado delas.
Amedrontadas, as mulheres baixaram o rosto para o chão, e os homens lhes disseram: "Por que vocês estão procurando entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou! Lembrem-se do que ele lhes disse, quando ainda estava com vocês na Galiléia: ‘É necessário que o Filho do homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, seja crucificado e ressuscite no terceiro dia’ ".
Então se lembraram das suas palavras."
(Lucas 24.2-8 - grifo meu)

As mulheres haviam achado muito estranho tudo que acontecera com o desaparecimento do corpo de Jesus. Ficaram perplexas!

Mas este sentimento durou pouco tempo: em seguida, anjos surgiram e clarearam os seus pensamentos, as lembrando das palavras do Cristo.
Daí, tudo que havia acontecido recobrou sentido!

Precisamos constantemente nos lembrar das palavras de Deus a nosso respeito! Não devemos permitir que a nossa mente se esqueça de Suas promessas e sonhos, mesmo em meio às dificuldades que a vida coloca à frente.

Quando nos lembramos das palavras de Deus, recebemos forças para continuar e perseverar na batalha da vida, crendo que Ele está no controle de tudo que acontece conosco.

Por isso, não se permita esquecer as palavras de Deus a seu respeito!

As palavras que saem do trono de Deus são de vida em meio à morte, força em meio à fraqueza, esperança no desespero, provisão em meio à falta, libertação para os que estão opressos, alegria para os tristes, salvação para quem merece condenação!

Lembre-se das palavras do Senhor!

Vitória Onde parece Haver só Confusão

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Para que diversas promessas a respeito do Cristo se concretizassem, foi necessário haver deslocamento, fuga, desconforto e inúmeras mudanças!

Lucas 2 relata que o imperador proclamou um censo, levando José e Maria a se deslocarem até Belém, em meio à gravidez do menino Jesus. Enquanto estavam na cidade natal de José, chegou a hora de Maria dar à luz. Sem local apropriado, abrigaram-se de maneira improvisada e fizeram um abrigo para o bebê numa manjedoura.

Aparentemente, uma solicitação que partiu de um homem ímpio e gerou vários incômodos; mas, na realidade, propósito de Deus para que a profecia relatada em Miquéias 5.2 se cumprisse:

"Mas tu, Belém-Efrata, embora sejas pequena entre os clãs de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel."

Em busca de encontrar o Cristo recém-nascido, os magos visitam Herodes em Jerusalém e perguntam pelo rei dos judeus. Essa pergunta perturba o coração de Herodes (Mateus 2.3), que após aguardar o retorno dos magos (evento este que não acontece por orientação divina), decide matar todas as crianças abaixo de dois anos na região de Belém (Mateus 2.16).

Porém, antes disso, José foi orientado por Deus a fugir ao Egito até a morte de Herodes. Uma fuga repentina e inesperada, mas que trouxe livramento para a criança e permitiu que a Palavra de Oséias 11.1 se cumprisse plenamente: "...Do Egito chamei a meu filho" .

Esse chamado do Pai que outrora não foi ouvido por Israel, finalmente foi atendido pelo Seu Filho amado: após a morte de Herodes, um anjo apareceu a José e o orientou a retornar a Israel com a criança (Mateus 2.20-21).

Ao voltar, não foram à Judéia, com receio do filho de Herodes, que estava no poder; antes, foram para Nazaré na Galiléia, cumprindo assim outra promessa a respeito do Messias: Ele será chamado Nazareno (Mateus 2.23).

Essa história do início da vida de Jesus, cheia de reviravoltas e caminhos aparentemente inconstantes, nos traz uma lição.

Às vezes, desenvolvemos o nosso caminho mental para cumprimento das promessas de Deus e pensamos em algo suave e tranquilo.

Mas na vida do próprio Cristo, não foi assim! Para o cumprimento das profecias dadas ao povo tempos antes, Jesus e sua família enfrentaram um caminho sinuoso e complicado, preenchido com momentos de medo e incerteza.

Por isso, o fato de passarmos por situações assim em nossas vidas, não necessariamente indica que estamos longe das promessas! Pelo contrário, podemos estar no meio do caminho!

Então, não cabe murmurar ou duvidar, mas confiar e seguir na direção proposta pelo Senhor!

Mesmo onde não entendemos, Deus nos guia segundo o Seu bom propósito! Aprendamos a descansar no cuidado dEle, mantendo a promessa viva no nosso coração e os ouvidos espirituais sempre atentos à Sua vontade e direção. 

Surgirá vitória onde parece haver só confusão, para a glória do Senhor!

Sobre a Oração

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Rascunhos

Ore com intensidade.
Ore com humildade.
Ore com muitas palavras.
Ore em silêncio.

Ore pelo seu coração.
Confidencie a fraqueza, a tentação.
Peça forças para resistir
E subsistir mais uma vez

Quando houver tristeza,
Ore com singeleza.
Quando houver alegria,
Não esconda do Senhor sua euforia.

Ore sobre tudo e todos.
Pelas coisas pequenas e grandes,
Pelas pessoas próximas e distantes.
Ore por aquilo que geralmente passa despercebido.

Ore pelo bem de outros
E também pelos seus próprios sonhos.
Ore pelo Reino de Deus,
Para que Ele venha com toda a Sua glória.

Ore pelo país,
Pelo estado,
Pela cidade
E por todas as autoridades que constituídas estão.

Ore por sua família.
Por aqueles que precisam de salvação,
Por aqueles que no caminho do Senhor já estão.
Por saúde, paz e prosperidade.

Ore cheio de gratidão,
Lembrando das bondades que Deus já lhe concedeu.
É certo que tudo que você diz, Ele já percebeu
Mas Ele se agrada em te ouvir.



"Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar. Ele disse: "Em certa cidade havia um juiz que não temia a Deus nem se importava com os homens. E havia naquela cidade uma viúva que se dirigia continuamente a ele, suplicando-lhe: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário’.
"Por algum tempo ele se recusou. Mas finalmente disse a si mesmo: ‘Embora eu não tema a Deus e nem me importe com os homens,
esta viúva está me aborrecendo; vou fazer-lhe justiça para que ela não venha me importunar’ ".
E o Senhor continuou: "Ouçam o que diz o juiz injusto.
Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar?
Eu lhes digo: ele lhes fará justiça, e depressa. Contudo, quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra? " "
(Lucas 18.1-8)

Resistir a Toda Tentação

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Rascunhos


Todos têm suas tentações.

Fraquezas, inclinações para um caminho que não é o de Deus.

Eu sinto quando estou sob tentação.

O coração bate acelerado, o pensamento torna-se fixo, por mais que eu tente desviá-lo.

Parece que tudo conspira para abrir uma oportunidade que me leve ao erro.

Sei que diante de mim, estão duas possibilidades opostas da perspectiva de obediência a Deus, mas ao mesmo tempo, essa não é uma decisão passível de racionalização.

Ao tentar racionalizar, já me vejo entregue à tentação, daí me lembro que a luta não é contra a carne e sangue, mas sim contra os principados e potestades, uma luta espiritual (Efésios 6.12).

Mas nem sempre é fácil agir espiritualmente diante de uma situação espantosamente concreta; confesso também que nem sempre estou atento e devidamente paramentado com as armas capazes de permitir a resistência ao ataque.

Me vejo na necessidade de aprender mais sobre Jesus.

Aquele que foi tentado, mas não caiu em tentação.

Que diante de um jejum de 40 dias e uma fome equivalente, recusou-se a transformar pedra em pão para satisfazer seus próprios desejos; Ele, que ao ser tentado, confrontava o opositor pela Palavra de Deus e não dava ouvidos às distorções das Escrituras, que o Inimigo, sem escrúpulos, ousava realizar (Lucas 4.1-13)

Ele venceu todas as tentações, para que eu as pudesse vencer também!

O Seu caminho, sou desfiado a trilhar; do Seu poder, partilho para vitória conquistar.

Enquanto sou transformado à imagem do Senhor (2 Coríntios 3.18), oro a Ele por misericórdia em meio às falhas e por força para superar e seguir, pois nEle sou capaz de resistir a toda tentação que diante de mim se levantar.

Sobre a Corrupção

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Corrupção é ação ou efeito de se corromper; um desvirtuamento de hábitos e aceitação de uma condição que não segue padrão adequado.

Deus, através de Sua Palavra, é extremamente claro ao se opor à corrupção por diversas vezes.

Vários profetas de Israel foram usados pelo Senhor para profetizar a respeito da falência de valores dos seus governantes.
O profeta Miquéias chama os governantes de sua época de 'perturbadores', por conta da corrupção:

“Pereceu da terra o homem piedoso, e não há entre os homens um que seja reto. Todos armam ciladas para sangue; cada um caça a seu irmão com uma rede. As suas mãos fazem diligentemente o mal; o príncipe exige condenação, o juiz aceita suborno, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles são perturbadores” (Miquéias 7.2-3).

O profeta Isaías acusa os príncipes do povo e os nomeia como 'companheiros de ladrões':

“Os teus príncipes são rebeldes, companheiros de ladrões; cada um deles ama o suborno, e corre atrás de presentes. Não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa das viúvas” (Isaías 1.23)

A corrupção é algo tão abominável aos olhos de Deus que Ele usa esse mesmo profeta para trazer uma palavra de juízo aos governantes do povo. O Senhor trará julgamento aos líderes da nação que decidiram trilhar caminhos de impiedade:

“Que farão vocês no dia do castigo, quando a destruição vier de um lugar distante? Atrás de quem vocês correrão em busca de ajuda? Onde deixarão todas as suas riquezas? Nada poderão fazer, a não ser encolher-se entre os prisioneiros ou cair entre os mortos. Apesar disso tudo, a ira divina não se desviou; sua mão continua erguida.” (Isaías 10.3-4)

Porém, a degeneração de valores não está apenas associada aos governantes!
O fato de haver um governante corrupto geralmente está atrelado à existência de uma sociedade corrompida, que apóia esse tipo de comportamento.

A Bíblia também se opõe claramente ao tipo de corrupção que brota dentro da sociedade e que muitas vezes, é aceita com maior naturalidade.
O suborno para obter favorecimentos e a agiotagem são condenadas por Deus através da boca do profeta Ezequiel:

“No meio de ti aceitam-se subornos para se derramar sangue; recebes usura e lucros ilícitos, e usas de avareza com o teu próximo, oprimindo-o. E de mim te esqueceste, diz o Senhor Deus. Eu certamente baterei as mãos contra o lucro desonesto que ganhastes...”  (Ezequiel 22.12-13)

A falta de comportamento idôneo nos negócios é abominada pelo Senhor:

“Dois pesos e duas medidas; pesos adulterados e medidas falsificadas são desonestidades abomináveis ao SENHOR.” (Provérbios 20.10 )

Diante disso, precisamos refletir com mais atenção sobre os nossos julgamentos a respeito da corrupção!

Será que ao apontar o dedo para as autoridades do país, não estamos julgando também as nossas próprias posturas que promovem a deterioração dos valores da nação?

O que Deus espera de nós?
Que ajamos com justiça, segundo os valores do Reino!

Enquanto batizava, João Batista recebeu certas pessoas que perguntaram como deveriam se comportar de maneira prática, segundo os valores do novo Reino que haveria de vir.
João Batista disse o seguinte:

"Chegaram também uns cobradores de impostos, para serem batizados, e lhe perguntaram: Mestre, que devemos fazer? Respondeu-lhes: Não peçais mais do que o que vos está ordenado. Então uns soldados o interrogaram: E nós, o que faremos? Ele lhes disse: A ninguém trateis mal, não deis denúncia falsa, e contentai-vos com o vosso soldo”. (Lucas 3.12-14)

Como filhos de Deus, temos que ser exemplo em meio à nação! Justificados e renascidos para uma nova vida com Cristo, somos chamados a andar como Ele andou, segundo os valores do Seu Reino, em uma justiça prática, um viver em retidão!
O apóstolo Paulo nos fala que um dos valores mais destacados do Reino de Deus é a justiça!

“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14.17)

Para aqueles que vivem buscando a prática dessa justiça, existe uma promessa de suprimento da parte de Deus:

“O que anda em justiça, e o que fala com retidão, que arremessa para longe de si o ganho de opressões, e que sacode das suas mãos todo suborno, que tapa os seus ouvidos para não ouvir falar de sangue, e fecha os olhos para não ver o mal; este habitará nas alturas, e as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio. O seu pão lhe será dado, e as suas águas serão certas”. (Isaías 33.15-16)

O apóstolo Paulo aconselha Timóteo a orar por todos os governantes e os que exercem autoridade. Ele sabia da pressão existente sobre esses homens e mulheres que detém nas mãos o poder de tomar importantes decisões que influenciam toda uma sociedade.

"Antes de tudo, recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranqüila e pacífica, com toda a piedade e dignidade. Isso é bom e agradável perante Deus, nosso Salvador, que deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade" (1 Timóteo 2.1-4).

Por isso, devemos orar pedindo a conversão verdadeira dos governantes; que Deus conceda a eles sabedoria para governar; que eles sejam instrumentos de Deus para trazer justiça e liberdade ao povo e até mesmo orar pedindo a saída de governantes corruptos, tendo a liberdade de exercer os direitos democráticos adequados para retirá-los do poder.

Inclusive, podemos utilizar as vias democráticas para exigir maior justiça dos nossos governantes na administração dos recursos e na tomada de decisões.O cristão deve ser participante ativo das discussões políticas de sua nação!

A corrupção é algo abominável a Deus e contamina toda a sociedade, desde os governantes até o povo.
Mais do que críticos da nação, que sejamos instrumentos de Deus para viver de acordo com os valores de Seu Reino e trazer ao nosso povo o brilho do Sol da Justiça, gerando transformação em meio à sociedade.

Escolhendo a Boa Parte

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Lucas 2

Simeão e Ana são duas pessoas com histórias relacionadas: dois idosos, que estavam no templo quando o menino Jesus foi levado para ser apresentado ao Senhor (v.22).

Mais do que isso, um homem e uma mulher com vidas devotadas a Deus.

Ana vivia uma vida extremamente consagrada ao Senhor há longo tempo; o mesmo pode ser dito a respeito de Simeão.

Pessoas cheias de Deus, com ministérios vívidos, um testemunho notável e que ainda esperavam em fé, mesmo após tanto tempo de vida, o cumprimento de promessas: Simeão tinha recebido a promessa de Deus que haveria de ver o Cristo (v.26).

Pessoas que buscavam ansiosamente o espiritual; sobre quem o tempo não teve o efeito de corromper a fé, esfriar o coração; que mantinham promessas espirituais, que serviam a Deus na velhice com o ímpeto de jovens.

Jovens como muitos de nós, que por vezes já perderam o foco e estão correndo atrás dos tentadores manjares deste mundo, porque esqueceram do sabor do banquete celestial; reféns de um modo de vida que esfria o coração, afasta de Deus e troca as promessas de comunhão e intimidade com o Senhor por coisas que as mãos podem tocar e um reconhecimento vazio que este mundo oferece.

Simeão e Ana escolheram a boa parte e chegaram à velhice fortalecidos no Senhor.

E como será conosco? Ao seguir o caminho e os sonhos deste mundo, chegaremos à terceira idade com um coração desiludido, ferido e cansado, pois o deus deste mundo promete, mas não cumpre e é a ele que servimos quando perdemos o foco dos propósitos de Deus e gastamos nossa vida em coisas tolas e passageiras.

Por isso, escolha a boa parte! Busque comunhão e intimidade com Deus, sirva ao Senhor com intensidade, foque o seu coração no Reino de Deus e seja fortalecido em Cristo por toda a sua vida!

3 Motivos para Orar mais!

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Ouça a ministração deste texto, clique aqui!

"Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração"
(Romanos 12.12)

A partir do versículo 9 deste capítulo, o apóstolo Paulo dá diversas orientações práticas.
Dentre essas, ele incentiva: perseverai na oração!

Perseverar na disciplina da oração é uma dificuldade enfrentada ao longo dos tempos por muitos cristãos, mas de maneira bastante intensa pela nossa geração! Temos dificuldade de orar!

Tantas coisas disputam nossa atenção; muitas prioridades, tão pouco tempo, além do receio de se “comportar mal” e não dizer as “palavras corretas”...
Essas e muitas outras situações se acumulam para nos afastar dessa prática.

Sabemos bem da importância da oração e não é o objetivo do texto ressaltar isso; quero te lembrar 3 motivos que devem nos levar a orar mais do que temos orado.

1. Preciso perseverar em oração, porque é desse modo que irei receber as respostas de Deus!

Em Lucas 18.1-8, Jesus compartilha conosco a parábola da viúva persistente, justamente para nos lembrar da importância de orar sempre e nunca desfalecer.

Havia em certa cidade um juiz que não respeitava nem a Deus e nem aos homens. Uma viúva chegou diante deste cumpridor da lei clamando por justiça contra um adversário. A princípio, o juiz não deu ouvidos às solicitações da mulher. Porém, ela não se deu por vencida: continuamente, clamava por justiça e aquele homem, vencido pelo cansaço, acabou julgando o caso daquela viúva.

Por tanto insistir, a viúva obteve solução por parte daquele mau juiz!

Semelhante a isso, acontece conosco! A diferença é que nós oramos a um bom Deus e Jesus diz que depressa Ele virá e fará justiça! (Lucas 18.8)

Em Daniel 9, o profeta Daniel clama a Deus pedindo perdão pelas atitudes de seu povo e a Bíblia diz nos versículos 21-23 que Daniel ainda falava em oração quando o anjo Gabriel chegou para trazer-lhe respostas.

Por meio dessas duas passagens, podemos entender que há um tipo de oração que Deus responde!
Em Daniel 9.2-3, vemos que ele clamou com base no entendimento que obteve das Escrituras:

"No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, compreendi pelas Escrituras, conforme a palavra do Senhor dada ao profeta Jeremias, que a desolação de Jerusalém iria durar setenta anos.
Por isso me voltei para o Senhor Deus com orações e súplicas, em jejum, em pano de saco e coberto de cinza."

Em Lucas 18.3, a viúva clamava por justiça:

"Havia também, naquela mesma cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo: Faze-me justiça contra o meu adversário."

Ou seja, receberemos respostas de Deus perseverando em oração, quando clamamos por motivos justos, de acordo com a Palavra de Deus!

Em Tiago 4.3, o irmão do Senhor diz o seguinte: "Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.”

Mas é certo que ao perseverarmos em oração, de acordo com a direção das promessas de Deus, receberemos resposta para o motivo de nosso clamor!

2. Preciso perseverar em oração, porque desse modo posso abençoar outras pessoas!

Tiago 5.16 diz que a oração do justo pode muito em seus efeitos! E nesse mesmo versículo, somos desafiados a orar uns pelos outros.

Por vezes, tão focados em nós mesmos, só oramos sobre nossos projetos, necessidades e interesses.

Deus nos desafia a interceder por aqueles que estão ao nosso redor; a nos compadecermos de suas dores, a comprarmos os seus sonhos e orarmos por isso também!

Através da sua vida e simples oração, Deus pode intervir para abençoar a vida daqueles que estão ao seu redor!

3. Preciso perseverar em oração, porque orar é estar na companhia de Deus.

Clemente de Alexandria, um dos pais da Igreja, que viveu entre o século II e III, disse essa frase: “Orar é estar na companhia de Deus”.

E se há um motivo pelo qual devemos perseverar em oração, é porque assim dialogamos com o Senhor e crescemos em nossa intimidade com Ele.

Muitos argumentam: “Deus sabe de tudo! Não preciso orar”.
E é fato! Ele realmente sabe! Mas somos nós que precisamos da oração.

Na oração, revelamos a dependência dEle; a fome pela Sua presença; alinhamos o coração à Sua vontade; confessamos os nossos erros e clamamos por perdão.

É por isso que o apóstolo Paulo exorta em I Tessalonicenses 5.17: “Orai sem cessar”

Não podemos ficar longe da companhia de nosso Pai!

Que esses simples motivos nos despertem e encorajem a assumir o compromisso de dedicar mais tempo à oração! Façamos desse momento um tempo nobre de comunhão com o nosso Deus, crendo que Ele nos ouve e responde!

Correndo, correndo, correndo...

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Rascunhos

Correndo, correndo, correndo
Desenfreadamente
Buscando, comprando, querendo
Sentir a alegria, prazer transcendente

Correndo, correndo, correndo
Loucamente
O que tu persegues?
Ou será que és perseguido dentro de tua mente?

Correndo, correndo, correndo
Insaciavelmente
Poupando, juntando, guardando
Para provável deleite de algum parente

Correndo, correndo, correndo
Cegamente
Sacrificando o eterno
Em troca do obsolescente

Para onde essa correria irá levar?
Chegarás no fim da vida a festejar
O quão tolamente 
Foi capaz de a gastar?

Que as fugazes riquezas da vida
E o torpor da correria da lida
Não te façam perder de vista 
O valor daquilo que é etéreo

"Então Jesus lhes disse: Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância; a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens.
Então lhes contou esta parábola: A terra de certo homem rico produziu muito bem.
Ele pensou consigo mesmo: ‘O que vou fazer? Não tenho onde armazenar minha colheita’.
Então disse: ‘Já sei o que vou fazer. Vou derrubar os meus celeiros e construir outros maiores, e ali guardarei toda a minha safra e todos os meus bens.
E direi a mim mesmo: Você tem grande quantidade de bens, armazenados para muitos anos. Descanse, coma, beba e alegre-se’.
Contudo, Deus lhe disse: ‘Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou? ’
Assim acontece com quem guarda para si riquezas, mas não é rico para com Deus".
(Lucas 12.15-21)

O Bom Samaritano e o amor ao Próximo

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Quais são as perguntas que fazemos a Deus e já conhecemos as respostas? 

Tudo começa com um mestre da Lei tentando a Jesus e perguntando: “como saber quem é o meu próximo?"

O mestre da Lei havia entendido os mandamentos principais ( amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo) , mas claramente quis distorcer e limitar a compreensão de quem era o seu próximo.

Temos esse mesmo tipo de comportamento em nosso dia a dia!
Procuramos limitar constantemente o número de pessoas a quem devemos estender a mão. Em uma cidade grande, cauterizamos o coração diante das necessidades gigantescas que vemos ao redor e preferimos ficar em nosso canto, negando boa parte de nossa responsabilidade.

Para nós e para o mestre da Lei, Jesus conta a seguinte estória:

Lucas 10.25-37

Um homem caiu na mão de salteadores, foi roubado, ferido e ficou caído quase morto à beira da estrada.

Por aquela estrada, passou um sacerdote. Talvez teve medo de ir até o homem e encontrá-lo morto. Com isso, perderia seu estado de pureza cerimonial e não poderia servir no templo; pode ter pensado tratar-se de uma armadilha e estar correndo risco de ser roubado e humilhado.
Por isso, decidiu passar longe daquele homem.

Por aquela estrada, também passou um levita. Talvez com as mesmas preocupações do sacerdote somadas ao fato de seu ‘superior’ ter passado por ali e não se solidarizado, também decidiu passar longe daquele homem.

Em seguida, passa por aquele lugar um samaritano. Os samaritanos eram um povo odiado pelos judeus, pois surgiram da miscigenação de israelitas com outros povos da região, algo que aconteceu na época dos exílios de parte da população para outras nações quando Israel foi derrotado em guerras.

Porém, esse samaritano decidiu tomar uma posição em relação àquele homem que estava caído à beira da estrada. Ele se aproximou, fez curativos nas feridas do homem e o levou a uma estalagem para ser devidamente cuidado. Pagou pelos primeiros gastos e se responsabilizou por gastos futuros que viessem a ser necessários.

Depois de contar essa estória, Jesus pergunta ao mestre da Lei: quem foi o homem que agiu como próximo do que estava ferido?
O mestre da Lei aponta o samaritano e recebe de Jesus a seguinte orientação: “Vai e faze da mesma maneira” ( Lucas 10.37 )

Algumas lições que podemos aprender com essa parábola:

- A pessoa que precisa de ajuda ao nosso redor é o próximo sobre quem temos responsabilidade!

O próximo não possui um rótulo em sua face para indicá-lo, mas é aquela pessoa com quem nos importamos suficientemente sobre sua condição a ponto de tomar a decisão de amar e ajudar em sua necessidade!

Somente quando amamos horizontalmente ( ao próximo ) demonstramos que amamos verticalmente ( a Deus ) de maneira verdadeira.

O apóstolo João fala:
“Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?
E dele temos este mandamento: que quem ama a Deus, ame também a seu irmão.” ( I João 4.20-21 )

- Amar ao próximo ultrapassa o nível de cargos, títulos e nomes

Amar ao próximo é responsabilidade de todos! Mais do que um sentimento, é uma atitude de doar, se importar e abençoar outra pessoa.
Este não é um comportamento que Deus espera apenas de pastores ou líderes! Todos devem agir assim! Não precisa possuir um título!

Ananias era um simples homem que amava a Deus e vivia na cidade de Damasco.  
O Senhor decide usar esse homem para abrir os olhos de Paulo, que estavam cegos depois do encontro deste com Jesus ( Atos 9.10-18 ).
Ananias não era apóstolo, pastor ou tinha algum cargo na igreja! Era um simples homem que amava a Deus!

- Somos desafiados a fazer da mesma maneira.

Jesus ordenou ao mestre da Lei: faça da mesma maneira que o samaritano fez!
Decida amar o próximo na prática! Exercite o seu amor abençoando o necessitado, ajudando quem está ao seu redor e precisa de cuidados!

O Senhor nos orienta a praticar o que ouvimos! Por isso, receba em seu coração as verdades desta parábola de Jesus e siga estes princípios na vida diária!


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