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O caminho do sobrenatural

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Muitas vezes, Deus nos desafia com situações que parecem impossíveis do ponto de vista humano. Nessas ocasiões, a dúvida pode preencher nossos corações, especialmente quando sabemos que o desafio vem do próprio Deus.

Tendemos a enfocar as limitações que impedem a realização do desafio. Este foi o caso em Números 11.18-22:

"Diga ao povo: Consagrem-se para amanhã, pois vocês comerão carne. O Senhor os ouviu quando se queixaram a ele, dizendo: ‘Ah, se tivéssemos carne para comer! Estávamos melhor no Egito! ’ Agora o Senhor lhes dará carne, e vocês a comerão. Vocês não comerão carne apenas um dia, ou dois, ou cinco, ou dez ou vinte, mas um mês inteiro, até que lhes saia carne pelo nariz e vocês tenham nojo dela, porque rejeitaram o Senhor, que está no meio de vocês, e se queixaram a ele, dizendo: ‘Por que saímos do Egito? ’ "Disse, porém, Moisés: "Aqui estou eu no meio de seiscentos mil homens de pé, e dizes: ‘Darei a eles carne para comerem durante um mês inteiro! ’ Será que haveria o suficiente para eles se todos os rebanhos fossem abatidos? Será que haveria o suficiente para eles se todos os peixes do mar fossem apanhados? "

Quando Moisés ouviu de Deus que o povo deveria se preparar para comer carne - não apenas uma vez, mas fartamente e por muito tempo - ele questionou como isso poderia acontecer. Afinal, eles estavam no deserto e a população era gigantesca!

Contudo, quando Deus se propõe a realizar algo, não precisamos nos preocupar com os meios. Ele é capaz de criar um caminho sobrenatural, mostrando-nos que as limitações são humanas e que Ele pode ir além de qualquer pensamento ou expectativa.

“O Senhor respondeu a Moisés: "Estará limitado o poder do Senhor? Agora você verá se a minha palavra se cumprirá ou não"…Depois disso, veio um vento da parte do Senhor que trouxe codornizes do mar e as fez cair por todo o acampamento, a uma altura de noventa centímetros, espalhando-as em todas as direções até num raio de uma caminhada de um dia. Durante todo aquele dia e aquela noite e durante todo o dia seguinte, o povo saiu e recolheu codornizes. Ninguém recolheu menos de dez barris. Então eles as estenderam para secar ao redor de todo o acampamento.” (Números 11.23;31-32)

No final, Deus cumpriu sua promessa trazendo codornizes do mar, fornecendo mais que o suficiente para todos. Este milagre serve como um lembrete do poder de Deus e de sua capacidade de realizar o que parece impossível!

Assim, se Deus compartilhou algum desafio contigo que parece irrealizável, confie Nele. Aja de acordo com Sua orientação e veja o milagre que Ele fará para Sua própria glória!

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O Sabor da Liberdade

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"Um bando de estrangeiros que havia no meio deles encheu-se de gula, e até os próprios israelitas tornaram a queixar-se, e diziam: "Ah, se tivéssemos carne para comer! Nós nos lembramos dos peixes que comíamos de graça no Egito, e também dos pepinos, das melancias, dos alhos porós, das cebolas e dos alhos.
Mas agora perdemos o apetite; nunca vemos nada, a não ser este maná! "
(Números 11.4-6)

Mais do que aquilo que se come, importa a condição onde se come!

Os israelitas e alguns estrangeiros que viviam no meio deles lembraram-se das comidas que tinham à disposição no Egito: carnes, peixes, cebolas, alhos...E sentiram falta delas! Porém, ignoraram a condição em que viviam naquela terra: eram escravos.

Ao sair do Egito, provaram dos milagres do Senhor, receberam direção e provisão para construir um povo consagrado ao Senhor em uma nova terra, que pertenceria a eles.

Foram estabelecidos em uma nova condição, que os permitia sonhar!
Vivenciaram uma comunhão com um Deus que em tudo cuidava deles...
Foram libertos da escravidão, agora eram um povo livre, com um propósito e um Deus presente!

No entanto, nos versículos citados acima, percebemos que os israelitas preocuparam - se tanto com aquilo que estava servido, que ignoraram a sua nova condição: agora havia uma mesa entre eles mesmos e também com o próprio Deus!

Não foque tanto no que está servido de modo a ignorar a mesa!

A mesa é uma figura para comunhão; é espaço para relacionamento, é onde você se senta com quem você se importa.  Escravos não sentavam à mesa com os seus senhores. Comiam daquilo que sobrava, à parte, em um outro espaço.  Alguém só senta em uma mesa com aqueles que quer bem e onde há uma relação de respeito.

A nova mesa estabelecida por Deus para aquele povo importava mais do que a comida que era servida.

Mais vale o sabor da liberdade do que os manjares da escravidão!

O sabor da escravidão pode ser desfrutado, mas ele não te pertence e será provado à custa de muitos açoites, com base em um relacionamento degradado, de opressão.

Aquilo que é oferecido nesta nova mesa, transbordante em liberdade, é dádiva de Deus para as nossas vidas e vem acompanhado de um relacionamento com Aquele que nos criou.

Esse era o presente mais importante que eles poderiam ter !

Como aconselhado em Provérbios 15.17, é melhor ter verduras onde há bom relacionamento do que abundância de carne, em meio a um relacionamento degradante.

Que em nossa vida, não nos deixemos enganar pelo sabor passageiro que os manjares da escravidão podem nos proporcionar. Não lutemos cegamente por eles, de tal modo que, em meio a nossos esforços, percamos a mesa que está estabelecida entre nós, nossos queridos e Deus.

Saibamos valorizar as mesas que estão postas diante de nós! Valorizemos os bons relacionamentos, a comunhão com Deus, a liberdade que possuímos em Cristo Jesus.

Acima de tudo, importe-se em estar na condição certa, com a mesa bem postada e tenha certeza de que Deus irá prover aquilo que for necessário para ser servido! Ele virá, em amor nos servirá e se sentará para ter comunhão conosco!

"É melhor ter pouco com o temor do Senhor do que grande riqueza com inquietação.
É melhor ter verduras na refeição onde há amor do que um boi gordo acompanhado de ódio. "
(Provérbios 15.16-17)

Quer aprender sobre como restaurar essa mesa, esse lugar de comunhão com o Criador? Clique aqui e saiba mais!

Quais são os seus Limites?

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"Disse mais o Senhor a Moisés: Dê ordem aos israelitas e diga-lhes: Quando vocês entrarem em Canaã, a terra que lhes será sorteada como herança terá estas fronteiras"
(Números 34.1-2)

Deus definiu limites territoriais que Israel deveria seguir ao entrar na Terra Prometida e conquistar aquela terra.

Esta orientação passada pelo Senhor a Moisés (veja Números 34.1-12) deveria ser seguida incondicionalmente: não importava se o exército israelita permaneceria fortalecido, após a conquista de todos os territórios previstos, ou até mesmo se os exércitos dos países vizinhos estariam muito enfraquecidos, o que seria boa oportunidade de conquistar mais espaço.

Havia claramente um limite estabelecido, um perímetro que indicava até onde os israelitas deveriam chegar e dali não deveriam passar.

Por que será que atualmente temos uma visão tão negativa dos limites?

Apesar da ideia comum de que são sufocantes e aprisionadores, acima de tudo, os limites são instrumentos de proteção para nós mesmos. Eles nos protegem de nossa própria ganância e da ideia de superestimar quem somos e as nossas próprias capacidades.

Limites definem espaços onde podemos repousar da desenfreada corrida de sempre estar atrás de algo mais ou de algo melhor para passar a valorizar e cultivar aquilo que Deus tem nos permitido alcançar.

Discernir quais são os limites que devem estar ao nosso redor nos ajudará a viver uma vida melhor e mais realizada, pois é irreal achar que podemos cuidar de tudo ou que podemos ter todas as coisas; é egoísta querer só para si e acumular incontidamente.

Por exemplo:

Que tal definir o limite de ter só um(a) companheiro(a) amoroso(a) para dividir a vida?
Afinal de contas, construir uma família saudável já é um exercício bastante desafiador! Por que submeter certas pessoas a relacionamentos degradantes que em geral acabam em expectativas frustradas?

Que tal definir um limite para a quantidade de horas que iremos trabalhar por dia?
Salvo poucas exceções, as atividades que não puderam ser cumpridas em um dia de trabalho podem esperar pelo dia seguinte. Desse modo, podemos ter um tempo adequado de comunhão com a família e amigos, além de outras atividades proveitosas;

Que tal definir um limite para o preço dos bens que compramos?
Podemos ter coisas excelentes e isso é bom, mas será que os recursos que Deus coloca em nossas mãos são para que nos preocupemos apenas com a realização de nossos desejos ou precisamos aprender a partilhá-los?

Que sejamos sensíveis à doce voz do Espírito para perceber quais são os limites que devemos estabelecer ao redor da nossa vida. Neste espaço, você encontrará a condição de desfrutar alegremente daquilo que o Senhor tem lhe concedido!

Seria encurtada a mão do Senhor?

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Base bíblica: Números 11:23

“Porém o Senhor disse a Moisés: Seria, pois, encurtada a mão do Senhor?...”.


Atualmente, na maioria das nossas igrejas, não temos visto os sinais e maravilhas que Deus fazia outrora.

Na Bíblia, vemos sinais, milagres e maravilhas em várias épocas, mas parece que muito disso sumiu de nossas vidas e congregações.

Será que a mão do Senhor teria sido encurtada?
Será que, atualmente, não é mais desejo de Deus mover milagres sobre o seu povo?

Através da Palavra de Deus, é possível perceber outra situação: nós não sabemos nos apropriar da herança que Deus nos deu.

Em Lucas 10.19, lemos:

“Eis que vos dou autoridade para pisar serpentes e escorpiões e toda força do inimigo e nada vos fará dano algum”.

Vemos também em Mateus 28.19:

“Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

Jesus nos deu uma autoridade e uma ordenação.
Ele nos qualificou como Seus embaixadores (2 Co. 5.20) nessa terra, ou seja, Seus representantes, Sua mão para mover milagres e maravilhas ainda maiores do que as que Ele fez e nos enviou para fazer esta obra.

O Senhor está desejoso de fazer os mesmos milagres que fazia antes.
O que falta para isso acontecer?

Deus precisa encontrar corações íntegros e dispostos, pessoas disponíveis e que tomem posse dessa autoridade.

Tudo o que era necessário para fazermos a obra já foi dado, nós apenas precisamos tomar posse.

* Já nos foi dada autoridade (Lucas 10.19);
* Já nos foi dada ordenação (Mateus 28.19);
* Já nos foi dada a Sua capacitação através do Espírito (Atos 2.1-4);
* Já nos foi dada a armadura para a batalha (Efésios 6.11-18).

I Coríntios 4.20
“O reino de Deus não consiste em palavras,mas sim em poder”

Nós somos os canais do poder de Deus nesta terra!
O Senhor quer usar você e a mim para fazer obras maiores do que as feitas por Ele (João 14.12)
Não será pela nossa força ou por nosso poder, mas pelo Seu Espírito. (Zacarias 4.6)

Que o Senhor Jesus encontre as nossas vidas dispostas em Suas mãos, pessoas em quem Ele possa confiar Seus dons e através de quem possa mover Seus milagres para testemunharmos sobre as boas-novas de Cristo por toda a terra.

Em meio ao deserto,o que fazer?

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Números 9.1-5
Em diferentes oportunidades na nossa vida, notamos que estamos em meio a um deserto.
Uma zona árida, sem perspectiva, onde a poeira das lutas e o calor parece atrapalhar a visão, perturbar o coração.
E nesse lugar incômodo, aparentemente sem saída, perguntamos a Deus e a todos que nos rodeiam:O que fazer? Como devo agir em meio ao deserto?
O povo de Israel passou por esse questionamento durante sua peregrinação até a Terra Prometida.
Perto de sair do Egito, o povo de Israel foi orientado por Deus a celebrar a primeira Páscoa (Êxodo 12). Essa festa celebrava a vitória, a libertação do jugo colocado pelos egípcios durante centenas de anos.
O povo de Israel celebrou a Páscoa e, em seguida, todos eles saíram do Egito, levando ouro, prata e animais daquela nação. Uma grande vitória!
Como é fácil celebrar a Deus, fazer festa quando se tem motivos óbvios e vistos para comemorar, não é?
Mas, após isso, o povo de Israel inicia o seu caminho até a Terra Prometida. Um caminho de deserto.
Um tempo em que é necessário aprender a depender de Deus em tudo: até mesmo para comer, para beber, para andar...Um caminho de luta.
E apesar de muito andarem, o deserto não termina. A Terra Prometida não surge no horizonte.
Muitos começam a murmurar, reclamar, a buscar suas próprias saídas. E passa-se um ano.
Aquela data que foi festiva no passado, hoje, é apenas mais um dia levado em meio a um deserto que teima em não terminar.
Mas, então Deus fala a Moisés: Celebrem a Páscoa! (Nm.9.2)
A ordem de Deus para todos aqueles que estão em meio ao deserto é esta: não apenas celebre quando a vitória já está aparentemente conquistada, mas, se você tem uma promessa, se Deus te disse que iria fazer algo em sua vida, festeje também!
Mesmo que você esteja em meio ao deserto e a terra que mana leite e mel pareça estar distante, celebre o nome do Senhor! Não se una aos murmuradores e aos que procuram andar em seus próprios caminhos!
Não permita que o sentimento de derrota encha o seu coração, mas cante a Deus, celebre o nome dEle, festeje a vitória antes mesmo de vê-la!
E o tempo de deserto será abreviado e, logo, a Terra Prometida surgirá à frente para ser conquistada.
Deus te desafia a exaltar o nome dEle, em fé, mesmo que você não veja nada além de deserto à sua frente e Ele, com o Seu Espírito, trará ao mundo físico o que prometeu.

Creia em um Deus de Milagres!

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O mundo em que vivemos nos pressiona a pensar de modo sempre muito racional.
Para encontrar as soluções dos nossos problemas, para planejar o nosso futuro, para agir em todas as circunstâncias, somos orientados a imaginar dentro das possibilidades, a traçar os caminhos viáveis e descartar aquilo que parece ser inviável.
Não que isso seja de todo ruim, você deve usar a sua racionalidade para propor soluções e planejar (afinal, ela foi dada por Deus para isso!), mas apequenamos o nosso campo de visão quando olhamos apenas para nós e aquilo que podemos fazer.
Uma situação desse tipo é relatada na Bíblia e aconteceu com o povo de Israel.
Em Números 13,Deus orienta Moisés a enviar espias para Canaã,a terra que Deus havia prometido,para analisarem o fruto da terra e conhecerem o seu povo.
São enviados doze espias e estes passam quarenta dias conhecendo aquela terra,percorrendo todo o seu território,a fim de preparar o relatório que deveria ser repassado a Moisés.
Ao final destes dias, os espias voltam e todo o povo de Israel se reúne para ouvir as impressões que aqueles homens tiveram a respeito da Terra Prometida.
Vamos ver qual foi o relatório de dez dos doze espias:
“E contaram-lhe, e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e verdadeiramente mana leite e mel, e este é o seu fruto.
O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades fortificadas e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Anaque.
Os amalequitas habitam na terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus habitam na montanha; e os cananeus habitam junto do mar, e pela margem do Jordão.
... Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós.
E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.
Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.”
Números 13.27-29,31-33
O relatório passado por esses dez espias é preciso a respeito da situação daquela terra,porém a conclusão, “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós”,foi originada de mentes apequenadas pela racionalidade e de um raciocínio que leva em conta apenas aquilo que os olhos conseguem enxergar e as mãos,apalpar.
Costumamos agir assim em nossa vida.Na maioria das vezes,as nossas deduções seguem a mesma linha dos dez espias.Enumeramos razões que nos impedem e a solução mais obvia é desistir dos sonhos,ou então,ser engolido pelos problemas.
Deus quer despertar o nosso coração e mente para uma outra realidade,que dizemos conhecer e crer,mas que as nossas atitudes acabam revelando o contrário.
A verdade de que nós cremos em um Deus de milagres!
Um Deus que não tem em seu vocabulário as expressões;”Não posso”,”Não tenho” e “Não consigo”.
Um Deus para quem “...Nada é impossível(Lucas 1.37).
E era nesse Deus que acreditavam os outros dois espias de Números 13: Calebe e Josué.
Em meio à conclusão racional que os outros dez espias repassaram, Calebe toma a palavra e diz:
“Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela.”(Números 13.30)
E em Números 14.8:
Se o SENHOR se agradar de nós, então nos porá nesta terra, e no-la dará; terra que mana leite e mel.
Calebe e Josué em nenhum momento discordaram do relatório passado pelos dez espias a respeito da Terra Prometida e nem das dificuldades que enfrentariam, porém eles abriram suas mentes para algo além do racional:a fé no Deus que havia os livrado do Egito,abrindo o Mar Vermelho para que eles passassem,a fé no Deus que supria as suas necessidades no meio do deserto,a confiança em um Deus que havia prometido uma terra a eles,a fé em um Deus de milagres.
Precisamos disso em nossa vida também!
Não podemos viver a nossa vida dentro do nosso raciocínio limitado.Precisamos abrir a nossa mente para ver além do que os nossos olhos enxergam e encontrar um Deus que está disposto a mover milagres na nossa história.
Um Deus que nos leva sempre além daquilo que imaginamos,um Deus que tem pensamentos mais altos que os nossos pensamentos (Isaías 59.5)
Permita-se conhecer e crer VERDADEIRAMENTE nesse Deus de milagres.Não apenas de boca e raciocínio,mas com todo o coração e em fé. Você verá coisas que nunca imaginou.
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